Categoria: CINEMA

FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA FANTÁSTICO DE BRASÍLIA

De 25 a 28 de janeiro, evento traz para o cinema do CCBB Brasília filmes nacionais e de mais 14 países e ainda convidados para oficinas e master classes. O cinema fantástico e suas variações, como terror, fantasia e ficção científica, fascinam plateias desde os primórdios da sétima arte. Basta lembrarmos do pioneirismo de Viagem à Lua (1902), de Georges Méliès, ou dos assustadores protagonistas do Expressionismo Alemão em obras como O gabinete do Dr. Caligari (1920), O Golem (1920) e Nosferatu (1922). Afinal, foi a partir do cinema que as pessoas puderam, finalmente, ver materializados cenários, situações e criaturas antes apenas imaginadas ou presentes em sonhos e pesadelos. Este gênero cinematográfico encanta e impressiona porque desafia fronteiras entre real e imaginário, popular e erudito, cinema de arte e produção comercial, uma vez que absorve o desconhecido e tudo aquilo que habita o inconsciente e problematiza a condição humana. Por isso mesmo, mostras e festivais de cinema fantástico realizadas mundo afora, e também no Brasil, alcançam grande adesão de público. E em 2018, Brasília ganha um evento do tipo para chamar de seu. Na programação estão 30 produções, entre longas e curtas-metragens do Brasil e de outros 14 países – Alemanha, Argentina, Colômbia, Croácia, Dinamarca, França, Espanha, Estados Unidos, Mali, México, Portugal, República Tcheca, Uruguai e Uzbequistão – que trazem à tona temas intrigantes e fascinantes, como surrealismo, sobrenatural,...

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SOM: A HISTÓRIA QUE NÃO VEMOS

A estreita relação entre cinema e imagem ganha novos contornos na mostra “Som: A História Que Não Vemos”, onde o som se torna o principal protagonista da programação gratuita que chega ao Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília, de 2 a 19 de novembro. A curadoria de Bernardo Adeodato selecionou longas-metragens que marcaram a história da utilização do som, desde o primeiro filme com áudio sincronizado à imagem – “O cantor de Jazz” (1927) – até produções recentes do cinema nacional como “O som ao redor” (2012). Na programação, filmes de todos os gêneros, épocas e origens, com destaque para “M – O vampiro de Düsseldorf”, de Fritz Lang (Alemanha, 1931); “Cantando na chuva”, de Gene Kelly, Stanley Donen (EUA, 1952); “Era uma vez no Oeste”, de Sergio Leone (Itália/EUA/Espanha, 1968); “2001: Uma Odisséia no Espaço”, de Stanley Kubrick (EUA/Grã-Bretanha, 1968) e “Apocalipse Now Redux”, de Francis Ford Coppola (EUA, 1979). “Som: a história que não vemos’ é uma mostra dedicada a discutir e valorizar o uso do som, seja narrativamente, artisticamente ou criativamente; sublinhando sua função essencial no cinema contemporâneo, com sistemas surrounds e tecnologias que expandem cada vez mais seus limites.” Convida Bernardo Adeodato. Sessões infantis: Dentro da programação, vale destacar a realização de sessões infantis nos fins de semana, sempre às 11 da manhã, com a exibição da animação da Disney “Fantasia” (1940), o primeiro...

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O DOCUMENTÁRIO ‘ON YOGA: ARQUITETURA DA PAZ’ DE HEITOR DAHLIA RETRATA UMA JORNADA DE DEZ ANOS COM OS MAIORES MESTRES DA YOGA

O novo filme ‘On Yoga: Arquitetura da paz’ do diretor brasileiro Heitor Dhalia, é um documentário baseado no livro de mesmo nome do renomado fotógrafo americano Michael O’Neill. Exibido na ‘Mostra Panorama do Cinema Mundial’ na última edição do Festival do Rio e Raindance Fim Festival em Londres, o filme conta a história dos dez anos em que o autor passou registrando os grandes mestres da yoga. O filme foi idealizado como uma extensão profunda da obra original, ao colocar questões humanas a partir da perspectiva atual e misturá-la com elementos de movimento e som experimental, o que resulta em uma nova visão da arte da yoga. No início de 2016, Heitor Dhalia e Michael O’Neill viajaram juntos para conduzir entrevistas com gurus e grandes mestres da yoga em várias partes da Índia, incluindo o Festival Internacional de Yoga em Rishikesh, bem como o Mela Festival Kumbha, em Haridwar. Já no mês de junho do mesmo ano, cineasta e fotógrafo finalizaram as filmagens do documentário em Nova York, onde conversaram com grandes pensadores, médicos indianos e americanos, além de professores iogues. “O mundo vive grandes conflitos, existem muitas perguntas a serem respondidas. Foi muito interessante ouvir o que os grandes mestres da yoga têm a dizer sobre tudo isso, sobre a vida e a espiritualidade. A obra do Michael é o melhor livro de fotografia do mundo já feito...

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MOSTRA ANIMA MUNDI 2017

Os Fãs de filmes de animação podem se preparar! O Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB Brasília será sede de um dos mais importantes festivais de animação do mundo. Entre 5 e 12 de outubro, uma seleção com o melhor da edição 2017 do festival será apresentada em Brasília na Mostra Especial Anima Mundi 2017. O Anima Mundi foi realizado pela primeira vez no CCBB do Rio de Janeiro, em 1993, e despertou o Brasil para o mercado de animação. Hoje, é o maior festival do gênero na América Latina. Em seus 25 anos de história, foram cerca de 10 mil filmes de 75 países diferentes exibidos para mais de um milhão de espectadores. Em Brasília, serão 36 sessões entre produções nacionais e internacionais com as mais variadas técnicas de animação, que incluem títulos clássicos – selecionados especialmente para celebrar o jubileu de prata do Anima Mundi –, como o inglês Manipulação (Manipulation), o brasileiro O Projeto do Meu Pai e o alemão O Presente (The Present). O Canadá ganha um recorte especial dentro da mostra e traz os premiados filmes A Grande Picuinha (The Big Snit), Entrega Especial (Special Delivery), O Farol (Le Phare) e O Jogo das Miçangas (The Bead Game), entre outros. A Mostra Especial Anima Mundi 2017 exibe ainda produções da Argentina, Suíça, dos Estados Unidos, Portugal, França, além do longa-metragem convidado dessa edição,...

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50ª EDIÇÃO DO FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO

A 50ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro acontece entre os dias 15 e 24 de setembro no Cine Brasília e Regiões Administrativas do DF. Esta edição vem marcada por novidades, a começar pela programação que agora vem com 10 dias,; o lançamento do aplicativo para smartphones; o ‘Prêmio Petrobrás de Cinema’, que patrocinará a distribuição dos filmes eleitos pelo júri popular nas ‘Mostra Competitiva’ e ‘Mostra Brasília’; Mostra Futuro Brasil, onde 6 longas-metragens ainda em processo de finalização poderão ser exibidos; a participação de júri internacional, além de oficinas, debates e uma extensa programação para comemorar o cinquentenário do festival. Para Guilherme Reis, Secretário de Cultura do DF, o crescimento do setor de audiovisual é notório. “O fomento à produção em todo território nacional é crescente e jovens realizadores terão um futuro promissor no mercado”, acredita. “Foram 3 milhões investidos nesta edição do festival e estamos muito animados com o novo edital do FAC (Fundo de Apoio à Cultura) para Audiovisuais. Serão investidos 22 milhões em recursos e caminhamos para um real avanço nas políticas públicas do setor”, esclarece. Na noite de abertura, no dia 15 de setembro, ‘Não devore meu coração’ de Felipe Bragança, exibido nos festivais de Sundance e Berlim este ano. O ator Cauã Raymond e o cantor Ney Matogrosso estão no elenco do longa-metragem que conta a história de amor entre o...

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