Emagrecer transforma o corpo. E, muitas vezes, também transforma o rosto.
“Eu emagreci, mas parece que meu rosto derreteu.”
Essa é uma queixa cada vez mais comum entre pessoas que passaram por um emagrecimento importante. A perda de gordura pode reduzir volume e sustentação facial, deixando mais evidentes sinais como flacidez, sulcos, perda de definição e aparência de cansaço.
Mas existe um ponto fundamental: o envelhecimento e a transformação do rosto não acontecem em um único lugar.Por isso, simplesmente preencher uma marca ou devolver volume pode não ser a melhor estratégia.
O rosto precisa ser avaliado como um todo. Antes de indicar Botox, preenchimento, bioestimuladores ou outros recursos, é importante entender a arquitetura facial.
Na avaliação de diagnóstico facial, observamos estrutura, proporções, pele, sustentação, distribuição de volume e qualidade dos tecidos. A partir dessa leitura, é possível construir um plano personalizado.
O objetivo não é simplesmente devolver o rosto de antes do emagrecimento. É reconstruir a harmonia do rosto na sua nova fase.
Essa é uma das propostas da estética regenerativa: trabalhar além do volume, buscando melhorar a qualidade dos tecidos, a sustentação e a naturalidade do resultado. Menos excesso. Mais estratégia.
Cada pessoa envelhece e responde ao emagrecimento de uma maneira diferente. Por isso, não existe um protocolo único. O tratamento começa antes do procedimento: começa no diagnóstico. Porque naturalidade não significa fazer menos.
Significa fazer exatamente o que aquele rosto precisa.
Regenerar é o novo rejuvenescer.
Instituto Evolua — Estética Regenerativa & Harmonização Facial