NOVO DISCO DA ‘AS BAHIAS & A COZINHA MINEIRA’ JÁ ESTÁ DISPONÍVEL ONLINE

O novo disco do’ Bixa’ do  grupo ‘As Bahias e a Cozinha Mineira ‘ já está disponível nas plataformas
Spotify, Deezer e Google Play.

O novo trabalho da trupe liderada pelas vocalistas trans Assucena Assucena, Raquel Virgínia e pelo guitarrista Rafael Acerbi chega com uma linguagem pop que busca ir fundo na essência inventiva e autoral.

Do reggae em “Mix” ao bolero em “A isca”, a todo instante são exploradas diferentes construções musicais para dar conta do universo que se desenha a partir de motivos e temas do disco.

Nesse sentido, as contribuições do produtor Daniel Ganjaman e do baixista Marcelo Cabral, que têm atuado também ao lado de artistas como Criolo e Elza Soares, enriquecem e trazem uma estética nova ao refinamento musical que a banda busca mostrar desde o primeiro disco.

Composta ainda por Carlos Eduardo Samuel (teclado), Danilo Moura (percussão), Vitor Coimbra (bateria) e Rob Ashttonfen (baixo).

Embora se voltem ao agora, tempo lógico do pop, As Bahias e a Cozinha Mineira reverencia, sem saudosismo, o passado e dialoga com a herança da música brasileira.

Passeando por entre a leveza bossanovística, presente em ‘O pato’ (Jaime Silva/Neuza Teixeira), eternizada por João Gilberto, e as áridas e felinas imagens de ‘Carcará’ (José Cândido/João do Vale) e ‘Tigresa’ (Caetano Veloso), as compositoras se embrenham na mata brasileira em canções como ‘Pica Pau’, ‘Urubu Coruja, Coruja Urubu’ e ‘Dama da night’.

A grande novidade é que ‘BIXA” é, também, um álbum visual com lyric video de todas as músicas. Realizado em parceria com a ABCM Produções, os vídeos em slow motion mostram as vocalistas Assucena Assucena e Raquel Virginia interagindo com os elementos explorados nos teasers promocionais que invadiram as redes sociais delas e foram colocados em lambe-lambes pelas cidades como a maçã, o chip, o vinho.

Ouça em: https://onerpm.lnk.to/AsBahiasEACozinhaMineira
O Lyric Video Album pode ser visto e ouvido em: https://www.youtube.com/watch?v=-3W1CHLtwsI&list=PLYzHpzMw2_s6YAUM9rQ_nrJlBVDZZp4SP

CHARLIZE THERON SURGE DESTRUIDORA EM ATÔMICA COM ESTRÉIA NESTA QUINTA-FEIRA (31)

Depois do destaque absoluto em Mad Max: A Estrada da Fúria, a vencedora do Oscar Charlize Theron deu um tempo dos holofotes. Isso até trailer do Atômica surgir nas redes.
Atômica, novo longa do diretor David Leitch, que dirigiu John Wick: De Volta ao Jogo e que vai dirigir Deadpool 2.
O longa é inspirado na HQ The Coldest City que se passa durante a Guerra Fria, onde a agente secreta do MI-6, Lorraine Broughton (Charlize Theron), investiga o assassinato de um espião da agência. Logo, ela encontra provas de que o agente morto negociava a revelação de nomes de seus colegas que trabalham disfarçados. Agora, Lorraine precisa lutar contra o tempo para reaver essa lista e impedir a morte de mais espiões.

A comparação da personagem principal com a vocalista Deborah Harry da banda Blondie não é mera coincidência.
Além da atuação explosiva de Charlize, o longa conta com uma trilha sonora muito bem garimpada. Imperdível!

COM INGRESSOS CAROS E LOCAL COM CAPACIDADE INSUFICIENTE PARA A APRESENTAÇÃO, AS VENDAS PARA O SHOW XUCHÁ NA CAPITAL COMEÇAM NESTA TERÇA-FEIRA (22)

Xuxa marcou uma edição do XuChá, voltado para o público adulto, em Brasília no dia 14 de outubro. O encontro da Rainha dos Baixinhos com os fãs das décadas de 1980 e 1990 será no Net Live, espaço que comportará menos público em comparação as outras cidades em que a turnê vai passar.
Em Salvador, a capacidade do local que abrigará o show é de 50 mil pessoas (Arena Fonte Nova), em Recife será de 12 mil pessoas (Classic Hall), já em Brasília, nem a junção de 3 produtoras foi capaz de viabilizar um local adequado para o evento, com 7 mil lugares (segundo informações do local). O espaço recebe reclamações constantes por parte do público por conta da acústica e manutenção consideradas precárias. A última vez que Xuxa esteve na cidade, ela lotou dois dias do Ginásio Nilson Nelson, que pode abrigar até 12 mil pessoas.
O valor dos ingressos em cada cidade tem uma grande diferença:
Brasília
Camarote: R$ 500 (inteira) e R$ 250 (meia/Promo NET/Claro), Pista Premium: R$ 240 (inteira) e R$ 120 (meia/Promo NET/Claro), Pista: R$140 (inteira), R$70 (meia/Promo NET/Claro).
Salvador 
R$ 70 (plateia) e R$ 120 (Área VIP).
Recife
R$ 80 (VIP) e R$ 140 (frontstage).

NICOLAS BEHR LANÇA A ANTOLOGIA POÉTICA BRASILÍRICA NO BEIRUTE

Em Brasilírica, Nicolas Behr faz uma homenagem à cidade onde vive desde 1974, reunindo poemas sobre a capital. O livro celebra também os 40 anos da edição mimeografada de Iogurte com Farinha, sua primeira publicação. “Brasilírica canta a-cidade-que-não-é-mais-maquete. A ideia é que o leitor se deixe encantar pela lírica desta capital que ainda procura por sua voz”, diz o autor.
Com 98 poemas originalmente publicados entre 1977 e 2014, a antologia reúne trabalhos dos livros Poesília – poesia pau-brasília (2002), Braxília Revisitada (2004), Brasilíada (2010), Brasifra-me (2013) e A teus pilotis (2014).
O livro traz apresentação do escritor Marcelino Freire, um dos expoentes da literatura brasileira contemporânea. Sobre Brasilírica, ele afirma: “A reconstrução será sempre pela arte. É o que o poeta nos diz. Em cada um dos versos. Neste livro de poemas que nos faz pensar. Seguir além, resistindo. Confiante e consciente. Só os grandes poetas conseguem fazer isto. Uma revolução. Do tamanho de uma superquadra. Dentro da gente”.

Sobre o autor: ver site www.nicolasbehr.com.br

Serviço
Título: Brasilírica
Editora: Edição independente
Páginas: 64
Lançamento: 9 de agosto (quarta-feira)
Local: Bar Beirute, 109 sul
Horário: a partir das 17 h
Preço: R$ 20,00

INHOTIM: AT THE CROSSROADS OF GLOCAL CHANGE LEVA ARTISTAS BRASILEIROS PARA OS EUA

OLAFUR ELIASSON I believe, 1992 – 2000

O Inhotim realiza pela primeira vez uma exposição internacional, na sede do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em Washington (EUA), entre os dias 18 de julho e 13 de outubro.

A mostra Inhotim: at the Crossroads of Glocal Change reúne obras da coleção de arte contemporânea do museu e experiências audiovisuais inspiradas nos jardins do Parque.

Com trabalhos dos artistas Iran do Espirito Santo, Luiz Zerbini, Olafur Eliasson e Vik Muniz, a exposição propõe uma reflexão sobre os impactos das mudanças climáticas e as ações que podem ser adotadas para reduzir os seus efeitos.

VIK MUNIZ The Sarzedo drawings – Envelope, 2002

Para a diretora artística adjunta do Inhotim, María Eugenia Salcedo, a Instituição tem o potencial de influenciar a sociedade de forma individual e coletiva, fornecendo um modelo que pode ser reproduzido globalmente.

“O Inhotim nos inspira a refletir sobre mudanças e ciclos. É um espaço que muda positivamente o ambiente no qual está inserido e, ao mesmo tempo, é mudado pelo ambiente”, diz a diretora.

“O Inhotim é um exemplo da arte a serviço da Humanidade, tanto por suas ações a nível local de apoio à comunidade onde está localizado, quanto pela influência que pode exercer para o debate global sobre mudança climática”, afirma Trinidad Zaldívar, chefe da Divisão de Cultura, Criatividade e Solidariedade do BID.

Na mostra, as obras abordam elementos da natureza como água, terra e plantas, sempre impactados por ações humanas. Já as experiências audiovisuais apresentam o Inhotim desde uma perspectiva panorâmica aérea, uma visão microscópica e um registro de 360º.

Um dos trabalhos apresentados é de autoria do coletivo artístico O Grivo, que produziu composições sonoras a partir de sons captados no Inhotim. Por meio de uma calculadora digital, o público poderá, também, medir suas emissões de carbono.

Artistas participantes e obras

IRAN DO ESPÍRITO SANTO
Copo d’água [Vaso de agua], 2006 – 2007

LUIZ ZERBINI
Areca, 2016
Braquiária noturna, 2016
Brumadinho, 2016
Cica, 2016
Trepadeira [Enredadera], 2016
Pau Brasil, 2016
Hortelã [Menta], 2016
Palmas, 2016
Bananeira [Banano], 2016
Mostera deliciosa Leaf, 2016

OLAFUR ELIASSON
I believe, 1992 – 2000

VIK MUNIZ
The Sarzedo drawings – Bomb, 2002
The Sarzedo drawings – Envelope, 2002

CHRIS BURDEN (exibição de vídeo sobre a instalação da obra)
Beam Drop Inhotim, 2008

Serviço:
Inhotim: at the Crossroads of Glocal Change
De 18/07 a 13/10 (de segunda a sexta), das 11h às 18h
Local: Centro Cultural do BID, 1300 New York Ave NW, Washington DC, 20577.
Para visitas guiadas, agendar pelo telefone (202) 623-1213.

EXPOSIÇÃO SEGUNDO PLANO DE DANIEL ZUKKO NO SESC DA 504 SUL

Com foco nos monumentos e na arquitetura da capital federal, o jornalista e fotógrafo Daniel Zukko idealizou a exposição fotográfica “Segundo Plano”. A inspiração de Daniel estará exposta, em 20 obras (todas emolduradas), entre os dias 8 e 26 de maio, na unidade do SESC da 504 sul. A visitação é gratuita com indicação livre. “Normalmente o olhar é sempre voltado para os grandes monumentos da cidade, porém existe muito mais coisa em volta. E esse é olhar da exposição: que enxerga ao redor ou atrás, sem perder a beleza ou encanto”, explica Zukko.
Os elementos também ganham cliques de outros ângulos com fotos aéreas captadas por um drone. Alguns desses momentos foram feitos pelo fotógrafo quando estava a bordo de sua VW Brasília, uma espécie de estúdio móvel que apelidou carinhosamente de #minhabrasilia. É lá que acontecem as entrevistas mais divertidas da cidade. Depois de editadas, elas vão para seu canal no youtube, o youtube.com/minhabsbTodos esses projetos foram criados e idealizados para prestigiar a capital com amor, e aquele toque de criatividade, tão característicos de Daniel Zukko.
E tem mais: durante a visitação, se houver amor à primeira vista por alguma dessas imagens, tudo bem, todas estarão à venda.

Exposição Segundo Plano
Data: 8 a 26 de maio
Local: Unidade do Sesc da 504 sul
Horário: das 8h às 22h
Gratuita
Classificação indicativa: livre

TIÊ FAZ SHOW NO TEATRO DOS BANCÁRIOS NESTA SEXTA-FEIRA (5) E DISPONIBILIZA O PRIMEIRO SINGLE DO QUARTO CD

Quem for hoje ao show da cantora Tiê no teatro dos Bancários, em Brasília, vai conferir em primeira mão, a música que intitula o quarto disco da cantora paulistana. O single batizado de “Mexeu Comigo” disponibilizado hoje para todas as plataformas digitais.
Tiê compôs a faixa em parceira com Adriano Cintra, e juntamente com Andre Whoong, produzem o disco.
A faixa, diferentemente de seus trabalhos anteriores, traz elementos eletrônicos mesclado com arranjo de cordas, traduzindo toda a densidade emotiva por trás da canção.
Tiê convidou um time de mulheres para trabalhar em sinergia, guiada pela intuição feminina e talento particular.
Desde a capa do álbum até a direção do clipe.
O resultado do trabalho foi captado pelo olhar da Gabriela Mo, quem dirigiu o videoclipe da faixa.
A foto da capa do single é da Carol Quintanilha e a arte da Rita Wainer.

Tiê
Show pelo projeto Festival MovA
Teatro dos Bancários (314 Sul; 11 2369-5360)
Hoje, às 20h. Ingressos a partir de R$ 25,00
Não recomendado para menores de 14 anos.

A JORNALISTA DA REDE GLOBO BARBARA LINS LANÇA PORTAL ONDE RELATA EXPERIÊNCIAS VIVIDAS NA NATUREZA

Barbara Lins

Batizado de “descobertas bárbaras”, a home leva o leitor para um universo de imersão na natureza. As inúmeras viagens são o que mais encantam no currículo da desbravadora, que apresenta lugares maravilhosos por meio de fotos e depoimentos.
Se aventure no www.descobertasbarbaras.com.br e conheça um universo onde a viagem e o bem-estar te levarão a experiências únicas.

Chapada dos Guimarães, em Mato Grosso

O CARTUNISTA ALLAN SIEBER HOMENAGEIA BRASÍLIA COM EXPOSIÇÃO NO BARKOWSKI NESTA QUARTA-FEIRA (19)

O cartunista e artista plástico Allan Sieber presenteia a cidade com a exposição “Ofensas Gratuitas”. A mostra foca na cidade e no atual momento político do país. São cartuns em aquarela, intervenções em fotojornalismo e uma série de pinturas feitas especialmente para a ocasião. A exposição seguirá até 21 de abril e contará com uma pequena “lojinha” onde estarão disponíveis livros do autor e as camisetas pintadas a mão da fictícia marca TOSKLEN, que Allan criou como uma resposta irônica a certo ambiente neo-hippie burguês carioca. O artista estará presente na abertura e todas obras estarão a venda na Galeria Bras.ilha, na 408 sul. A abertura da “Allan Sieber Brasília Misery Tour 2017” acontece no Barkowski, na 408 norte, onde Allan estará a partir das 20h desta quarta-feira (19), desenhando ao vivo para os frequentadores do bar.
Allan Sieber nasceu em 1972. Gaúcho de Porto Alegre, é cartunista, artista plástico e trabalhou anos com animação, escrevendo e dirigindo. Manteve a mítica produtora Toscographics de 1999 a 2014 no Rio de Janeiro, cidade onde mora há quase duas décadas. Colaborou com diversas revistas e jornais nacionais, como Piauí, , Playboy e Trip, além de ter trabalhos publicados na Argentina, França, México, Finlândia e Espanha. É autor dos curtas-metragens “Deus é pai”, premiado internacionalmente e nos festivais de Gramado e Animamundi, “Jonas” , “Os Idiotas mesmo” e vários outros, sempre no campo da animação adulta. Assinou as animações do filme ” O Homem que copiava”, de Jorge Furtado. Através da Toscographics criou aberturas e vinhetas para a Rede Globo, lançou documentários como “Sou feia mas tô na moda”, sobre as mulheres do Funk carioca, e “Pereio, eu te odeio”, sobre a ator Paulo César Pereio (em finalização). Trabalhou como roteirista em programas como “Casseta & Planeta” , “Amor & Sexo” e “Tá no Ar” e apresentou, no Canal Brasil, as séries “Trash Hour” ,“Tosco TV” e “Desanimação”. Allan é autor da aclamada tira de quadrinhos “Vida de Estagiário”, que foi adaptada para a TV. A série foi a primeira aposta do canal Warner, em produções nacionais. Atualmente dedica-se à pintura e ao desenho de humor. Já publicou mais de 10 livros, entre eles, “Preto no Branco”, “Assim rasteja a humanidade”, e “Perca amigos, pergunte-me como”. Publica diariamente a tira “Bifaland” e “Preto no Branco” no jornal A Folha de São Paulo.

A CAIXA-PRETA DE CELSO BRANDÃO NA CAIXA CULTURAL BRASILIA

São 66 anos de histórias, de memórias registradas por suas lentes únicas. Lentes de quem vê o povo, a cultura popular com todas as suas nuances, dores e simplicidade daqueles que lutam para sobreviver no Brasil. Um registro das terrinhas alagoanas, do sertão e de todo o país. Considerado hoje um dos mais aclamados fotógrafos brasileiros, Celso Brandão vai mostrar, pela primeira vez no Brasil, sua pesquisa de anos que deu origem à exposição e livro Caixa-Preta. Após a estreia na Maison Européenne de la Photographie, em 2016, na cidade de  Paris (França), a capital federal irá receber a exposição.

Até 14 de maio, os brasilienses poderão conferir 56 retratos que revelam a essência do povo que caminha por nossos sertões afora. A mostra, que contém 17 obras inéditas que não foram expostas na França, tem visitação sempre de terça-feira a domingo, das 9h às 21h, na Caixa Cultural Brasília (Setor Bancário Sul Quadra 4 Lotes 3 / 4). A entrada é franca.

Celso Brandão
Nascido em 1951, na cidade de Maceió, Celso Brandão é fotógrafo e cineasta. Alguns dos seus trabalhos pertencem hoje à Coleção Pirelli, de 1996.  Desde pequeno Celso se interessou pela arte, pela pintura e chegava a passar o dia inteiro brincando com barro. Queria fazer teatro, mas na época não havia aula na região. Criava então histórias com fantoches. Do pai, ele herdou a essência nômada e, da mãe, a veia artística.
O amor pela arte sempre esteve presente na vida do alagoano Celso Brandão, de 66 anos. Ainda criança, Celso se interessou pelo povo, índios, negros, excluídos socialmente – não à toa, diz que em suas veias corre sangue indígena – pela mitologia e cultura que clama nos interiores de sua terra e das diversidades dos Brasis. Vendo sua vocação para arte, seu pai lhe deu uma câmera fotográfica aos 13 anos de idade. E Celso nunca mais parou de registrar a essência da cultura popular tupiniquim.
Além de fotógrafo, Brandão também se aprumou nas lentes das câmeras do cinema. Cineasta e documentarista, fez filmes como o seu primeiro e premiado documentário Reflexos, sobre a Lagoa Manguaba, em Alagoas.  A produção ganhou primeiro lugar no Festival de Cinema de Penedo. O filme foi rodado com uma câmera Super 8 emprestada por uma amiga.  Assina ainda como diretor Filé de Pombal da Barra, Mandioca da Terra à Mesa, Benedito: O Santeiro, Dede Mamata, Ponto das Ervas, A Singeleza da Singeleza , A Casa de Santo, Memória da Vida e do Trabalho (1ª Mostra Internacional do Filme Etnográfico) Chão de Casa, Mestra Hilda, Mestre Benon, o Treme Terra, este dele e de Nicolle Freire, O Lambe-Sola, as opiniões de Celso Brandão sobre o popular poeta Antonio Aurélio de Morais.

Serviço:
Exposição: Caixa-Preta – Celso Brandão
Abertura: 21 de março de 2017, às 19h
Visitação: Até 14 de maio de 2017. Terça-feira a domingo, das 9h às 21h, na Caixa Cultural Brasília (Setor Bancário Sul Quadra 4 Lotes 3 /4).
Informações: 3206-9448.
Entrada franca.
Classificação livre.