EMBAIXADA DA DINAMARCA PROMOVE WORKSHOP SOBRE QUALIDADE DE VIDA DE LESADOS MEDULARES

Muito se fala a respeito da questão da mobilidade de quem é cadeirante, mas quase nada se comenta sobre outras necessidades específicas dessas pessoas, que também podem lhes tirar o direito de se sentirem dignas e prontas para retomar a vida de maneira igualitária. Talvez, a mais importante delas seja a necessidade de cuidados especiais com o sistema urológico. Foi para tratar do tema que a Embaixada da Dinamarca promeveu, na última quarta-feira (24), um workshop que reuniu profissionais de saúde, ex-pacientes, personalidades e autoridades interessadas no assunto.
O evento foi aberto pelo embaixador Kim Hojlun Christensen. Segundo ele, apesar de todos os avanços tecnológicos, “é preciso buscar políticas públicas em prol das pessoas com deficiência”. Ele lembrou que o Brasil avançou muito, nos últimos anos, para ampliar os direitos e as liberdades das pessoas com deficiência, mas ainda assim “os desafios para facilitar o dia-a-dia da vida de cadeirantes são permanentes tanto aqui quanto na Dinamarca”.
De acordo com estimativas do Ministério da Saúde, 6 mil novos casos de lesão medular são registrados todos os anos no Brasil, sendo 80% das vítimas homens jovens, que perdem o controle da bexiga por causa do corte na comunicação entre o cérebro e o músculo responsável por armazenar a urina.
Um dos palestrantes do workshop promovido pela Embaixada da Dinamarca, Rafael Hoffmann (33), atleta paralímpico da Seleção Brasileira de Rugby, deu seu depoimento sobre as dificuldades que lesados medulares enfrentam diariamente para urinar. “Quem não vive esse tipo de lesão imagina que um cadeirante simplesmente não anda, mas junto com a lesão vem todo um pacote. O fato de não andar é o que menos incomoda”, destacou.
Rafael é cadeirante há quase dez anos. Segundo o atleta, foi durante uma viagem ao exterior para participar de uma competição de rugby que ele conheceu um procedimento que impactaria para sempre sua qualidade de vida, o chamado cateterismo hidrofílico, capaz de permitir a retirada total da urina acumulada na bexiga de forma prática e com menos riscos à saúde. “Antes fazia ciclos de antibiótico praticamente de três em três meses por causa os cateteres sem lubrificação e isso para um atleta de alta complexidade como eu é complicado porque fico fora dos treinos. Só no final de 2013 conheci o cateter hidrofílico. A gente (os atletas de rugby da Seleção Brasileira) comentava ‘puxa, se já existisse isso no Brasil…. E existia, mas a gente não sabia.  Em Curitiba, o  cateter hidrofílico é fornecido pelo SUS”, continuou  Rafael.
A Coloplast ocupa hoje o 22º lugar na lista da Forbes entre as mais inovadoras do mundo e deve investir mais de R$ 1 bilhão em pesquisa até 2020 para oferecer, cada vez mais, segurança, conforto e dignidade a quem necessita de cuidados especiais na saúde íntima.

SAMBISTA DE BRASILIA SOFRE RACISMO NO BIG BOX

A madrugada dessa quarta-feira, 26, foi marcada por desrespeito contra a sambista brasiliense Fernanda Jacob em supermercado da cidade.  A artista que reside na 413 sul, foi surpreendida por intensas agressões racistas no supermercado Big Box da quadra 412/413, em Brasília. A perseguição dos seguranças, nada discretos dentro do local de compras foi humilhante, segundo Jacob, que tentava simplesmente comprar alguns produtos.
O despreparo dos profissionais na maioria dos espaços que se propõem em abrir na madrugada é nítido.

Abaixo um relato sobre o que a artista passou no estabelecimento.

“Precisei ir ao supermercado de madrugada. Até aí, tudo certo.
Entrei no estacionamento externo e ao abrir a porta do carro um casal se assustou com a minha presença. Observei a moça segurando o braço do marido com toda a força e literalmente correndo de mim. Entrei no supermercado, peguei uma cestinha e fui comprar o que precisava. Notei uma diferença gritante com relação aos seguranças de supermercado durante o dia e na madrugada. O segurança não precisava fingir que estava comprando, eram poucas pessoas e ele simplesmente poderia me observar de perto, de seção em sessão…e ele estava! Me lembrei muito de minhas tias e avó, que diziam que preto não poderia nunca sair de casa sem tá arrumado da cabeça aos pés. Elas tinham a teoria de que preto já é tratado mal “normalmente”, imagina todo desarrumado? Na real, eu fiquei chocada com o que estava acontecendo e queria justificar toda a situação com algo ilusório, mas tendo a noção de que estava sofrendo a porra do racismo. Eu andava pelo supermercado e as poucas pessoas se assustavam e o segurança no pé. Peguei dois produtos e fui para o caixa. Ao passar tudo, optei por levar os dois produtos na mão. Odeio sacola! O outro segurança observando uma mulher negra saindo com dois produtos na mão, já veio com todo o gás querendo verificar os produtos. Balancei a notinha de longe e ele parou pelo caminho com um sorriso amarelo e o sinal de ok.
A simples ação de ir ao supermercado, vira um show de horrores se você é preto. Digo mais, observei mulheres brancas me olhando com cara de nojo e sendo cumprimentadas com “boa noite”, enquanto eu era tratada como um lixo!
Algumas pessoas me falam que acha bonitinho eu ser afirmada, militante, como se tivessem dando biscoito pra cachorro. Só que essas pessoas não sabem que ser uma negra afirmada no Brasil é questão de sobrevivência! É pra não morrer ou ficar louca. ”  Fernanda Jacob

DIA DO AUTISMO TEM PROGRAMAÇÃO ESPECIAL NO PÁTIO BRASIL

Desde 2007, o dia 2 de abril ficou definido pela Organização das Nações Unidas como o Dia Mundial do Autismo. Uma data para ajudar as famílias que convivem com o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e conscientizar aqueles que ainda desconhecem o problema. E o Pátio Brasil apoia essa causa. Por isso, em parceria com o Movimento Orgulho Autista Brasil (MOAB), o fim de semana dos dias 1 e 2 de abril terá uma programação especial sobre o tema, com palestras, talk shows, desabafos, atividades físicas e de lazer para as famílias e, principalmente, para as crianças autistas. Tudo gratuito, na Praça Central.

O TEA é o transtorno do neurodesenvolvimento infantil, caracterizado por dificuldades na interação social, comunicação, comportamentos repetitivos e interesses restritos, podendo apresentar também sensibilidades sensoriais. Esses comportamentos muitas vezes se manifestam pelo interesse intenso e focalizado em um assunto em particular; com movimentos corporais estereotipados (como agitar as mãos) e uma sensibilidade aumentada a sons ou texturas.

O conceito de espectro reflete a ampla gama de desafios e até que ponto que as pessoas com autismo podem ser afetadas. A ocorrência é de que cerca de um em cada 100 pessoas tem um TEA. Sabe-se que é quatro vezes mais comum em meninos do que meninas. A qualidade de vida de muitas crianças e adultos pode ser significativamente melhorada por um diagnóstico precoce e a indicação de tratamento.

 

PROGRAMAÇÃO DIA D+ AMOR
Um fim de semana especial para valorizar crianças e adultos com autismo

SÁBADO, 1 DE ABRIL DE 2017
14h às 18h: Brinquedos infláveis e brinquedoteca para crianças
14h: Desabafo autista com o Movimento Orgulho Autista do Brasil (MOAB)
16h: Circuito de ginástica artística com Heitor de Mendonça, especialista em ginástica para autistas
17h: Circuito de psicomotricidade com Robert Weder Dias, especialista em psicomotricidade para autistas
18h: Sessão de teatro em tela, com a exibição da peça “Chapeuzinho Vermelho”

DOMINGO, 2 DE ABRIL DE 2017
14h às 18h: Brinquedos infláveis e brinquedoteca para crianças
14h: Contação de histórias e divulgação do livro sobre autismo “Sara vai a uma Sinfonia Azul”, de Gisele Gama
15h: Aula de música para autistas, com Ana Carolina Steinkopf, do projeto Uma Sinfonia Diferente
16h: Palestra “Sinais e Sintomas de Alerta do TEA”, com o psiquiatra infantil Thiago Blanco
17h: Palestra “Importância da Alimentação no Desenvolvimento dos Autistas”, com a nutricionista e mãe de autista, Patricia Costa
18h: Talk Show com tema: “As dificuldades e prazeres em ter um filho autista”, com os seguintes convidados:
Tatiana Lima – mãe de autista e vice-presidente do MOAB
Isaura Sarto – mãe de autista e editora do Roteiro Baby Especial
Margareth Halil – mãe de três autistas adultos e diretora do MOAB
Thiago Blanco – psiquiatra infantil e vice-presidente do CRM-DF
Patricia Costa – nutricionista e mãe de autista

Serviço:
Dia do Autismo 
Local: Praça Central do Pátio Brasil-W3 SUL
Entrada: gratuita
Informações: (61) 2107-7400
www.patiobrasil.com.br

3ª CAMINHA DOWN

A Federação Brasileira das Associações de síndrome de Down, o Instituto Ápice Down, a Associação DF Down, a Rede Solidária de Apoio Inclusivo -RESAI e a Associação de Pais, Amigos e Pessoas com Deficiência, de Funcionários do Banco Brasil- APABB vão realizar a 3ª CaminhaDown.

A caminhada acontece no dia 19/03 (domingo), com concentração às 9 horas no estacionamento 10 do Parque da Cidade. A ideia do evento é reafirmar direitos e comemorar as conquistas das pessoas com síndrome de Down.

A festa contará com a participação da Banda Tumbalacatumba, uma brinquedoteca para as crianças, um percurso sensorial e muitas surpresas. ‘Essa é uma comemoração para as pessoas com síndrome de Down, suas famílias e toda sociedade. Esse é o momento de nos unirmos diante das causas das pessoas com deficiência e também da sociedade aprender sobre inclusão e respeito. Todos que participam conosco são voluntários, familiares e apoiadores da causa, esse é um movimento social e das famílias’ afirma Melina Sales, uma das coordenadoras da Caminhada e diretora de comunicação do Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down.

No evento, as entidades envolvidas entregarão um documento às autoridades convidadas no intuito de que conheçam as demandas nas áreas de educação, saúde, trabalho entre outras: “Ano passado tivemos essa mesma atitude e obtivemos bons resultados na área de saúde. A saúde continua sendo uma forte demanda, mas precisamos melhorar o olhar para a educação. A inclusão escolar no DF é muito tímida, temos bons exemplos pontuais, mas ainda há muito a ser feito! Também pedimos apoio do GDF para capacitar jovens e adultos para o mercado de trabalho, outro ponto essencial”, afirma Cléo Bohn, da Rede Solidária de Apoio Inclusivo -RESAI.

A presidente da ONG Ápice Down, Nadja Quadros complementa: ‘Em meio a reformas estruturais propostas pelo novo governo federal, temos que estar alertas para o direito das pessoas com deficiência! Essa Caminhada abre a semana da pessoa com síndrome de Down na qual o dia internacional é 21/03, para uma série de eventos que ocorrerão na cidade. Buscamos a promoção da autonomia das pessoas com síndrome de Down e a solidariedade em rede. Nós somos muitos, somos cidadãos e queremos ser ouvidos’.

Serviço:
3ª CaminhaDown
Dia 19/03 (domingo), às 9h
Local: Estacionamento 10, Parque da Cidade
Atrações: Show da Banda Tumbalacatumba, Brinquedoteca e Percurso sensorial
Informações: 99635-1045/ 98153-9288
www.facebook.com/CaminhaDownDF

MEMBROS DO RENOMADO PROJETO FALANDO DIREITO LANÇAM O INSTITUTO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS E FRATERNIDADE – IEDF EM BRASÍLIA

A segunda vice-presidenta, a Juíza Ana Luiza Moraes Barreto – O Primeiro vice-presidente, o Advogado Rafael Thomaz Favetti – A Presidente do Instituto, a empresária Sandra Taya – O Diretor Acadêmico, o Ministro Reynaldo Soares da Fonseca – A Diretora de Comunicação Social Denise Margis – A Diretora de Projetos e Assuntos Educacionais Simone Florindo Costa – O Diretor de Relações Públicas com a Juventude Guilherme Enzo Taya Nakanishi – O Diretor Jurídico Tiago Loureiro – O Terceiro vice-presidente, o Juiz Fabio Francisco Esteves.

Na ultima Terça-feira (14), Brasília ganhou o Instituto Brasileiro de Educação em Direitos e Fraternidade – IEDF em solenidade na sede da Associação dos Magistrados do Distrito Federal (Amagis-DF). O objetivo da iniciativa é tornar o conhecimento em Direito acessível aos jovens de escolas públicas do Brasil, promovendo a cidadania, tornando-os conscientes de suas ações – de seus direitos e deveres.
Através da internet, o Instituto pretende levar Educação em Direitos para estudantes de todo o Brasil, por meio de uma plataforma online multidisciplinar, disponível no site do projeto www.projetofalandodireito.com.br. O IEDF formaliza o trabalho já realizado pelo projeto Falando Direito – iniciativa com proposta de ensino inovadora em Educação em Direitos – que atende no Distrito Federal, cerca de 150 alunos, do Ensino Médio, de escolas públicas, com aulas presenciais, as terças e quintas, no Fórum do Núcleo Bandeirante. Diversas disciplinas da área foram lecionadas ao longo do ano de 2016, por professores voluntários do projeto – Juízes, Defensores Públicos, Policiais, Advogados, entre outros. Em dezembro, os alunos participaram de uma solenidade de Formatura, no STJ. O Projeto Falando Direito foi realizado durante todo o ano de 2016, sob a coordenação do Juiz Fábio Esteves, atual presidente da Amagis-DF, e do Defensor Público do DF, Evenin Ávila.  Em 2017, as aulas terão início no dia 16 de março de 2017.

SEMANA DA VISIBILIDADE TRANS

A ‘Semana da Visibilidade Trans em parceria com a exposição ‘Ozi – 30 anos de Arte Urbana’ promove atividades com transgêneros e grafiteiros em Brasília entre os dias 25 a 31 de janeiro, realizando duas atividades, no CREAS da Diversidade: microfone aberto TRANSpoder e graffiti no muro da unidade, no dia 27 de janeiro, das 14h30 às 18h, com entrada franca.
A ideia é abrir espaço para a expressão de pessoas transgêneros, oferecendo a chance de terem um local para se manifestar. Indivíduos que passaram pela oficina de street art ministrada por Ozi e pelo curador Marco Antonio Teobaldo (nos dias 6 e 7 de janeiro) se unirão a grafiteiros da cidade para a realização conjunta de um graffiti no muro do CREAS – Centro de Referência Especializado de Assistência Social – dedicado a trabalhar com a Diversidade.
A iniciativa está integrada às comemorações pelo DIA DA VISIBILIDADE TRANS, celebrado no dia 29 de janeiro.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO:

CALENDÁRIOS ATHOS BULCÃO 2017

montagem_calendarios_2016

Está no ar a campanha de financiamento coletivo para produção do Calendário Ilustrado Athos Bulcão 2017. A partir de R$20, o público pode colaborar, até o dia 30 de novembro, com a produção e distribuição do calendário. Em troca, o apoiador recebe exemplares da publicação, ilustrada com obras de um dos maiores artistas brasileiros, e lindas recompensas que reproduzem padrões do multiartista, como marca-páginas, cartões-postais, livros, ecobags, baralhos, conjuntos de imãs, mousepads, tags para malas, colares de prata e até molduras de azulejos, além de ter o seu nome impresso na publicação, na seção de agradecimentos. A recompensa especial para colecionadores oferece, em troca do apoio, um pequeno engradado de madeira com 6 garrafas de Coca-cola de 200 ml, ilustradas com os famosos padrões de azulejos.

garrafas_01

No Calendário Ilustrado 2017, o público poderá admirar, em cada um dos meses do ano, obras de integração entre arte e arquitetura de Athos Bulcão, como relevos, vitrais e divisórias, localizados em edifícios públicos de Brasília e de outras cidades do país. “Mestre na criação de painéis em azulejos, Athos, ao longo de 70 anos de carreira, trabalhou também de forma muito criativa com outros tipos de materiais em suas intervenções artísticas, como o mármore, o concreto, o vidro, o ferro e a madeira, que tenho certeza que o público vai adorar conhecer”, explica Valéria Cabral, secretária executiva da Fundação Athos Bulcão. Além disso, a publicação apresenta a obra Máscara Bizantina, peça recém-adquirida pela instituição que divulga e preserva o legado do artista.
Para ser um apoiador, basta acessar a página eletrônica www.catarse.me/calendarioathosbulcao2017, escolher o valor e fazer a contribuição. As recompensas podem ser enviadas por correio para todas as regiões do Brasil ou ser retiradas na loja da Fundação, em Brasília, a partir de dezembro. Empresas também podem participar com uma cota especial e ter o seu logo impresso no calendário.
“Se no início do projeto a distribuição do calendário ficava restrita a Brasília, atualmente temos conseguido ampliar o alcance da campanha para outros estados brasileiros e também para o exterior”, conta Rafaella Tamm, coordenadora de pesquisa e projetos da Fundação.

Serviço:
Campanha Calendário Ilustrado Athos Bulcão 2017
Período da campanha: até 30/11/2016
Data limite para o apoiador ter o nome impresso no calendário: 08/11/2016
Contribuições a partir de R$ 20 pela página eletrônica: https://www.catarse.me/calendarioathosbulcao2017
Informações: calendarioathosbulcao@gmail.com e fundathos@fundathos.org.br

11ª PARADA DO ORGULHO LGBT DE TAGUATINGA ACONTECE NESTE DOMINGO (30)

parada-gay-de-taguatinga-2015-foto-j-santosNo próximo domingo (30), Taguatinga será ocupada pela 11ª Parada do Orgulho LGBT com o tema “Escola = + inclusão – discriminação”.
O ponto de encontro será a partir das 14h, na Praça do Relógio no centro da cidade e segue pela avenida comercial norte.
A escola é o lugar ensinar matemática, artes, português e também respeito a todos. Sejam eles idosos, negros, nordestinos, mulheres, homossexuais, bissexuais e pessoas trans.
Não se pode admitir piadas e violência racistas, machistas, discriminatórias contra quem seja. Assim, professoras e professores devem ter proteção para defender crianças e jovens. Nenhum pai, mãe, estudante, ninguém pode aceitar que discriminação ocorra dentro da escola.
É por isso que a 11ª Parada do Orgulho LGBT de Taguatinga faz o convite para que o cidadão se una contra a proposta do Escola sem Partido, que pode até levar à demissão do professor que fale contra a discriminação. Repudiamos essa verdadeira Lei da Mordaça!
Na escola, na rua, em qualquer lugar, seja você e esteja conosco na luta por uma escola melhor, mais inclusiva e plural!
1-allice-bombom-foto-divulgacaoO evento contará com a participação especial dos performer Allice Bombom, Allana Jay Lee, Verônica Strass e Biel Minaj. O som ficará por conta dos DJs Wilson Nemov, Dan Fermel, Radel alidio, Nathana Falcão, Nyra, Wanderley, Rudson Braga e Paulo Santos.
O desfile inicia na praça do Relógio e segue pela comercial norte,  continua pela QNA 54 e retorna para Praça do relógio pelo Pistão Norte.
A produção do evento pensou em um trajeto que   facilitasse o acesso do público por meio do transporte público. A dica é ir de metrô e descer na estação da Praça do Relógio – Taguatinga Centro.

11ª PARADA DO ORGULHO LGBT DE TAGUATINGA
Dia 30 de outubro (Domingo), A partir das 14h
Local de concentração: Praça do relógio – Taguatinga Centro DF
Entrada franca e livre para todos os públicos
Informações: (61) 981413113

PROJETO DE BALLET ADULTO CELEBRA SEU PRIMEIRO ANO COM ESPETÁCULO NO TEATRO DA ESCOLA PARQUE

aula-masterBALLERINANDO, do verbo inventado “ballerinar”; uma reflexão sobre o que é ser bailarina. Ballerinar é acreditar que o aprendizado desconhece limites; é se permitir ser aprendiz. É também o título do espetáculo amador de dança do projeto Bailarinas Por que Não?! , fundado há um ano pela jornalista carioca Cláudia  Bengtson e que tem como professora, coreógrafa e diretora artística Adriana Palowa, nome de grande destaque no cenário do ballet clássico em Brasília.

O projeto funciona na Escola Parque da 308 Sul, com aulas noturnas e aos sábados para bailarinas iniciantes, ou com alguma experiência. O carro-chefe do trabalho são as carinhosamente apelidadas de BPNs (Bailarinas Por que Não?!), um grupo de onze amigas que já faz ballet há, pelo menos, quatro anos. Todas são alunas de Adriana Palowa; muitas ex-alunas, que regressaram à sala de aula depois de se tornarem mães e de terem se firmado em suas carreiras.

“Eu não vivo sem elas. Procuro tirar delas o que cada uma pode me dar. Trabalhamos com muito cuidado para evitar lesões mas, aqui, aprendemos ballet de verdade; estudamos os nomes dos passos e fazemos exercícios preparatórios. Temos de três a quatro vezes por semana”, destaca Adriana Palowa, que é uma das pioneiras no ensino de ballet adulto na cidade, com mais de trinta anos de experiência na área. “O diferencial do ballet adulto é que as alunas chegam aqui por vontade própria, sem obrigação, com maturidade. Então, o comprometimento é bem maior”, enfatiza Palowa.

Cláudia Bengtson, hoje com 48 anos de idade, começou a dançar ballet aos 39. “Fazia aulas em turmas de adolescentes; não me sentia entrosada. Aos poucos, as academias foram permitindo maior abertura, mas muitas não levavam o aluno adulto a sério. Até que conheci a Adriana Palowa”, explica a jornalista e diretora-executiva do Projeto BPN.

Em agosto do ano passado, a jornalista tomou coragem e criou o grupo. “Chamei Adriana Palowa para ser minha sócia nesse trabalho.  Só podia ser ela. Hoje, quando me perguntam na rua se sou bailarina, como sempre acontece depois das aulas de ballet, respondo que sim. Sou uma bailarina diferente, sem pretensões de ser profissional, mas uma bailarina que dança por prazer. Sou uma bailarina-aprendiz que quer ser tratada como qualquer aluna, com potencial de crescimento.Afinal, aluno não tem idade”, continua.

BALLERINANDO é o ponta pé inicial dos vários espetáculos que o grupo pretende fazer. O próximo já está agendado: será em São Paulo no dia 20 de novembro na 2ª Gala D’Élégance, mostra de ballet adulto não competitiva, promovida pela bailarina Karen Ribeiro, que é deficiente física e também realiza o sonho de mulheres adultas apaixonadas pelo ballet.

Espetáculos beneficentes são a grande meta do grupo, que espera quebrar tabus e incentivar outras mulheres a não terem vergonha de vestirem um collant e calçarem sapatilhas mesmo estando fora de forma, ou enferrujadas.
“Aos poucos, a gente vai ganhando confiança e começa a perceber a mudança não apenas no seu corpo mas mente”, afirma Adriana Palowa.
O ESPETÁCULO – BALLERINANDO é fruto da união e da dedicação de mulheres dispostas a quebrar o preconceito para provar que a vida vai muito além dos vinte e poucos anos. O espetáculo é um pout pourri, com coreografias assinadas por Adriana Palowa, adaptações livres de clássicos do ballet, como O Quebra Nozes, A BelaAdormecida e La Bayadère. Mas também tem o estilo neoclássico e o jazz, com a participação de alunas da turma iniciante da Escola Bailarinas Por que Não?! , da Academia Allumi e do grupo Nívia Emmerich.
O espetáculo é custeado com dinheiro do próprio bolso das BPNs,que buscam patrocínio para levar a mensagem do ballet adulto a hospitais, escolas, teatros da periferia e espaços públicos.

O PROJETO – Os ensaios do grupo BPN e a Escola BPN de Ballet Adulto funcionam na Escola Parque da 308 Sul, numa sala onde a fundadora do projeto teve suas primeiras aulas de dança, aos 11 anos de idade, como estudante do Ensino Público.
“Queria muito devolver à escola um pouco do que recebi aqui. Amadrinhamos permanentemente a sala. Os alunos ganharam um ambiente adequado às aulas de dança e nós, um local para aulas e ensaios que acontecem à noite e aos sábados”, afirma a fundadora do projeto. Contribuímos como podemos com a escola, pela qual temos muito respeito e gratidão”, continua.
Hoje, além do grupo BPN, o projeto oferece aulas para mulheres que sonham em fazer ballet. A professora Camilla Cavalcante, de 25 anos, que divide a tarefa de ensinar a técnica da dança às alunas com Adriana Palowa. Camilla dá aulas de ballet para alunas totalmente iniciantes e que também vão estrear no palco no próximo dia 28 de outubro. “Fico orgulhosa de ver o progresso delas. Aqui, respeitamos o ritmo de cada uma, num clima de descontração, mas de muito compromisso. Não estamos competindo umas com as outras, mas dançando juntas, cada qual no seu nível. Isso que é bacana”, conclui a professora.
“Para unir os grupos, uma vez por mês, realizamos Aulas Master, com o pianista Francisco Bento Júnior, sempre aos sábados à tarde”, acrescenta Cláudia Bengtson. “Nessas ocasiões, todas são convidadas a participar do encontro; devem se maquiar levemente e se vestirem para uma aula especial. É um verdadeiro evento, com direito a fotos e biscoitinhos em forma de bailarinas e sapatilhas ao final. É também um exercício para integração, melhoria do aprendizado e, acima de tudo, um exercício de empoderamento feminino e de reforço na autoestima. ”, conclui.

Serviço:
BALLERINANDO, primeiro espetáculo amador do projeto Bailarinas Por que Não?!,
com coreografias de Adriana Palowa e direção de Adriana Palowa e Cláudia Bengtson.
Dia 28 de outubro, às 21h, no Teatro da Escola Parque 308 Sul
Ingressos a R$ 60,00 e R$ 30,00 a meia. Pagam meia também quem levar um produto de limpeza, que será doado à Escola Parque 308 Sul.
Ingressos à venda na loja Encantos do Ballet, no Fashion Mall da EQS 302/303
Para maiores informações sobre o projeto Bailarinas Por que Não?! assista ao vídeo de 8 minutos produzido pela Caravela Filmes – https://www.youtube.com/watch?v=uFEVoWJPn4Q
ou visite o site www.bailarinasporquenao.com

COM FOCO NA DIVERSÃO DE PAIS E FILHOS, O FESTIVAL FAMÍLIA BRASÍLIA OCUPA O PARQUE DA CIDADE, NO DOMINGO (18)

Crédito: Philipe Nagô/Divulgação. Grupo do Projeto Kid Criolina.

Crédito: Philipe Nagô/Divulgação. Grupo do Projeto Kid Criolina.

A Dubem Entretenimento vai ocupar o estacionamento 4 do Parque da Cidade com um evento diferente, onde toda a família poderá participar de igual pra igual. Batizado de “Festival Família Brasília”, a iniciativa busca proporcionar um momento de qualidade entre pais e filhos. A família poderá desfrutar de música de qualidade, teatro, os pequenos poderão colocar a mão na terra, ver bichinhos de verdade, brincar com tinta e bambolê, fazer um picnick e muito mais. Para os adultos, é uma oportunidade de voltar a curtir o tempo de criança. Serão algumas horas de brincadeiras e vivências.
img_8391“O Festival Família Brasília convida pais e filhos a desacelerarem, redescobrirem a graça de observar o outro e aproveitar o tempo juntos. Viver o momento em família, compartilhar e respirar”, afirma Luciana Fabrino, idealizadora do evento.
De acordo com ela, trata-se de um projeto brasiliense que acredita que as famílias necessitam se desconectar para valorizarem o momento, exercitando a convivência, o olho no olho, a diversão sem terceirização. “Nossas crianças devem sair da frente da televisão para brincar. O tempo livre deve ser valorizado e garantido, num espaço de conexão com a natureza para correr, pular, rir e existir. Vamos aproveitar o dia com qualidade!”, convida Luciana.
A organizadora reforça que existe um caminho contrário à cultura do consumo, ao excesso de informação, de tecnologia. “O Família Brasília é um convite aos pais a pensarem em seus filhos no momento presente e não só para o amanhã. A vida é o aqui e o agora! Abrir mão do hoje pode trazer consequências graves para os pequenos”, finaliza.
Quanto?
Para viabilizar o projeto, amigos estão ajudando em cada atividade sem investimento financeiro direto, mas alguns custos são fixos. Por esta razão o evento lançou campanha de crowdfounding – www.catarse.com/familiabrasília – onde estão sendo disponibilizadas cotas.
Ingressos:
A venda dos ingressos pelo site bilheteria digital começará no dia 12 de agosto, no valor de R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia). Adultos pagam meia-entrada mediante doação de 1 kg de alimento não perecível.
Possíveis dúvidas
Família Brasília, posso ir de bicicleta?
Claro, assim como: patins, skate, bicicleta (camelo para os pais), patinete e outros que não agridam o meio ambiente.
Pode entrar com animal de estimação?
Sim, o Família Brasília é um festival petfriendly e haverá open bar de água para eles.
Posso levar minha comida e bebida para passar o dia todo lá com vocês?
Deve! Haverá uma linda área de picnik só para isso. E para a comodidade de outros também serão comercializadas comidinhas e bebidas pela chef Mara Alcamim.
Atrações confirmadas:
Música: Orquestra Infantil da UnB e Kid Criolina;
Teatro e interações para crianças e bebês: saída de encantamento; dança para bebês; terapia do riso;
Oficina de Ilustração com Rabisquinho Ilustrado;
Oficina de percussão com Galo Cego (para crianças de 5 a 10 anos);
Oficina de Criatividade com Adriana Nunes;
Cama de gato e Slackline com Espaço Sete Mares Kids;
Mini-horta e galinheiro: espaço de integração de crianças onde elas poderão ter contato com todos os estágios de uma plantação desde a semente até a verdura em si. Apoio: Cooperativa Rede Terra;
Atividades recreativas com SESC;
Psicomotricidade até cinco anos com a Buubamboo. Ag. Programação;
Varal de histórias com espaço para as crianças lerem livros com seus pais e familiares
Área de pintura;
Praça de Alimentação com a Chef Mara Alcamim na curadoria das comidinhas que serão vendidas no dia.

Serviço:
Festival Família Brasília
Data: 18 de setembro (domingo)
Horário: das 9h às 16h
Local: Estacionamento 4 do Parque da Cidade
Ingressos a R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia) à venda da Bilheteria Digital, a partir de 12 de agosto. https://www.bilheteriadigital.com/familia-brasilia-18-de-setembro