MUTIRÃO DE DOAÇÃO #MINHABRASILIA

O jornalista Daniéll Zukko promove, no dia 21 de outubro, a partir das 10h, o Mutirão de Doação #minhabrasilia. O ponto de encontro é no Hemocentro de Brasília (Via W 1 Sul) e a ideia é juntar a força e a boa vontade dos brasilienses, ou quem estiver por aqui, para ajudar quem precisa. “Brasília é uma cidade espetacular! Com gente espetacular! O meu objetivo é juntar 50 doadores nessa manhã. Para participar é só comparecer ao local, no horário marcado, claro que preenchendo os pré-requisitos da Fundação: para saber se você está apto ou não para doar sangue, basta entrar no site do Hemocentro (http://www.fhb.df.gov.br/). É preciso, mais do que nunca, criar o hábito da doação”, explica Daniéll. A VW Brasília, o estúdio móvel que é palco das entrevistas mais bacanas da web (#minhabsb), também estará por lá!

Mutirão de Doação #minhabrasilia
Data: 21 de outubro de 2017
Horário: 10h às 13h
Local: Fundação Hemocentro de Brasília – Via W1 Sul
Informações: (61) 3327-4413

ESPETÁCULO LIXO PAPÃO PERCORRE ESCOLAS DO DF

Com foco na conscientização da preservação ambiental, a Sustentare Saneamento, empresa responsável pela limpeza urbana de 19 Regiões Administrativas do Distrito Federal, criou o espetáculo Lixo Papão para conscientizar crianças sobre a importância de preservar o meio ambiente. A peça vai percorrer gratuitamente escolas públicas e privadas do DF e, nesta sexta-feira (1), será apresentada no Teatro Dulcina, às 10h, para 340 crianças da Escola Classe 314 Sul.
Desenvolvida para crianças de 5 a 12 anos de idade, a encenação vai abordar temas como reciclagem, acondicionamento correto do lixo, preservação dos recursos naturais, entre outros assuntos. O roteiro foi criado pelo Departamento de Recursos Humanos da Sustentare em conjunto com a Cia Teatral Ser Cênico, que apresentará a peça. A história personifica o lixo em um ser e mostra o poder de grande destruição do lixo. Um dos atores mais importantes será o gari Aércio Gomes de Barros, que salvará o Planeta Terra.
“O projeto Teatro nas escolas é um projeto de educação ambiental sobre os cuidados que devemos ter com o lixo. Será a maior campanha educativa já realizada por uma organização privada sobre o meio ambiente no DF”, afirma Williani Carvalho, idealizadora do projeto e coordenadora de Projetos e Desenvolvimento Humano da Sustentare Saneamento.
Segundo ela, a escola é e sempre será o ambiente propício para disseminar e expandir a consciência de uma maneira lúdica, feliz e inesquecível a todas as crianças e adolescentes. “Em todas as ações de responsabilidade socioambiental desenvolvidas pela empresa, percebemos que quando as crianças são educadas, elas educam os pais, familiares e amiguinhos. É mais fácil conscientizar a criança do que o adulto”, explica Williani Carvalho.

Patrocinado pela Sustentare Saneamento, o projeto Teatro nas Escolas Lixo Papão será realizado uma vez por semana, totalizando quatro espetáculos por mês com a duração máxima de uma hora e meia. As escolas interessadas nas apresentações devem se inscrever no Departamento de RH da Sustentare Saneamento, pelo telefone: 61 3224-2161.

 SERVIÇO:
O que: apresentação do espetáculo Lixo Papão
Onde: Teatro Dulcina
Quando: sexta-feira (1 de setembro), às 10h
Porque: ação de responsabilidade social desenvolvida e patrocinada pela Sustentare Saneamento para conscientizar crianças sobre a importância de preservar o meio ambiente
Inscrição: as escolas públicas e privadas interessadas nas apresentações devem se inscrever no Departamento de RH da Sustentare Saneamento pelo telefone: 61 3224-2161.
Ingresso: gratuito
Classificação: crianças de 5 a 12 anos de idade

8ª EDIÇÃO DO FESTIVAL “ASSIM VIVEMOS” CHEGA AO CCBB BRASÍLIA COM 32 FILMES

Começa na terça-feira (05) a 8º edição do “Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência” no CCBB Brasília. E ficará até o dia 17 de setembro. Além da exibição audiovisual, serão realizados quatro debates com os seguintes temas: A visão e os sentidos da arte; Corpo e movimento; Tecnologia assistiva de ponta e Amor e relacionamento.
Com entrada gratuita, terão apresentações inéditas. Os documentários trazem histórias protagonizadas por pessoas com diversas deficiências como síndrome de Down, autismo, paralisia cerebral, atrofia muscular espinhal, deficiência física, visual, auditiva e intelectual. Além de produções brasileiras, foram selecionados trabalhos de outros 18 países.Entre as produções destacam-se “Eu sou Jeeja”, sobre a indiana Jeeja Ghosh, líder ativista pelos direitos dos que têm paralisia cerebral na Índia;
A lista dos filmes completa está disponível no site: http://www.assimvivemos.com.br/2017/pt/programacao-brasilia/
Ao todo serão exibidas 32 películas de 19 países com abordagens e estéticas variadas; curtas, médias e longas-metragens; nas categorias ficção e documentário. Entre os títulos selecionados, estão duas produções do Brasil, além de outras de dezoito países: Alemanha, Austrália, Bulgária, Canadá, Estados Unidos, Espanha, Finlândia, Índia, Itália, Letônia, Myanmar, Polônia, Reino Unido, Rússia, Suíça, Tailândia, Turquia e Ucrânia.
O Assim Vivemos – Festival internacional de filmes sobre deficiência chega a Brasília depois de passar pelo CCBB do Rio de Janeiro (16 a 28/08), e terá sua sequência em São Paulo (20/09 a 01/10/2017). Pioneiro na utilização da audiodescrição e adequação aos conceitos de acessibilidade, o festival é exibido nas salas de cinema do CCBB das três cidades, onde os espaços são adaptados e preparados para receber todos os tipos de público, principalmente os cadeirantes graças às suas concepções arquitetônicas que facilitam o livre trânsito de pessoas com mobilidade reduzida. Além de ser o primeiro evento cinematográfico no Brasil a oferecer a audiodescrição em todas as sessões, o Assim Vivemos distribui ainda livretos de programação em braile , oferece legendas Closed Caption em seus filmes, assim como a interpretação em LIBRAS nos debates que realiza.
A partir de filmes de diferentes gêneros e estilos, a deficiência é apresentada em sua diversidade, evidenciando o que há de especial em cada ser humano e as mais variadas formas de superar limites. “E o mais incrível é a cada nova edição nos surpreendemos com uma impressão de que existe sim uma grande sintonia mundial no que tange a produção cinematográfica para esse público, pois recebemos levas de filmes sobre um mesmo tema, produzidos nos mais distantes lugares, mas sem que um saiba necessariamente da existência do outro”, destaca a diretora do festival, Lara Pozzobon, que completa: “O Assim Vivemos tem como premissa quebrar preconceitos e lutar pela inclusão social das pessoas com deficiência por meio da arte”.
Entre os filmes que compõem a programação deste ano, a diretora destaca a produção brasileira Luíza que aborda as dúvidas e preocupações dos familiares de uma moça com deficiência intelectual quando ela começa a namorar um rapaz que tem igualmente esse tipo de deficiência. Junto com a produção espanhola Amor aos 20, que também retrata as vivências amorosas de uma jovem de vinte anos com síndrome de Down, as películas servirão de tema para um dos dias do ciclo de debates que acontece durante o período do festival. Como se eu estivesse voando, filme americano altamente mobilizador, que interliga uma série de ideias e pesquisas recentes sobre as relações da dança com a saúde do corpo e da mente, será igualmente tema de um dos debates, experiência que Pozzobon considera como uma “rica troca de conhecimentos e impressões que o Assim Vivemos proporciona para o seu público
que vem, ano a ano, ficando cada vez maior e sensível à realidade das pessoas que vivem com algum tipo de deficiência”.

DEBATES
Além da exibição dos filmes, a programação do Assim Vivemos realiza quatro debates. No dia 07 de setembro (quinta-feira), acontece o primeiro deles com o tema A visão e os sentidos da arte. O segundo está previsto para o dia 12 (terça-feira), onde Corpo e Movimento estarão em voga. Já o terceiro bate-papo será no dia 13 (quarta-feira) com a temática da Tecnologia Assistiva de Ponta. O ciclo será fechado tendo Amor e Relacionamento como o tema central do dia 14 de setembro (quinta-feira).

HISTÓRICO
O Assim Vivemos teve sua primeira edição em 2003 no Rio de Janeiro e em Brasília. Na segunda edição do evento, em 2005, o público triplicou nas duas cidades e incluiu novidades no formato original, aumentando de uma para duas semanas de duração. Em 2007, o projeto ampliou ainda mais o alcance do público, com aluguel de ônibus e agendamento de visita de grupos das periferias das cidades e de instituições carentes de pessoas com deficiência. Nessa edição, foi realizado lançamento do DVD dos Curtas Premiados do Público (com o co-patrocínio da Petrobras), ação que teve grande impacto na multiplicação e democratização do conteúdo do festival.

Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes sobre a Deficiência
Mostra competitiva de 32 filmes nacionais e internacionais que têm como tema a inclusão social das pessoas com deficiência.
Data: de 05 a 17 de setembro
Entrada franca, mediante a retirada de ingressos com uma hora de antecedência de cada sessão.
Classificação: Livre
Informações: 3108-7600

VIRADA DO CERRADO 2017

A programação da Virada do Cerrado 2017 que acontece entre 1º e 3 de setembro, tem a água como tema central, e traz ações socioambientais, educativas, esportivas e culturais, integrando todo o Distrito Federal em um grande movimento pela sustentabilidade.

A mesa de abertura oficial do evento será no gramado do Panteão da Pátria, na Praça dos Três Poderes, às 19h.

Entre as atividades que abrem a edição estão shows com artistas locais, como Dillo e Pé de Cerrado. No local acontecerá a tradicional feira com produtos de artesãos de Olhos D’Água-GO e um encontro de telescópios para observação do céu.

No domingo, 3 de setembro, o evento será aberto no Parque da Cidade com a corrida de rua “Cuidando das águas”, às 7h, no Estacionamento 10.

O local também será palco de atividades durante todo o dia, com rodas de conversa e tendas temáticas com personalidades ligadas ao meio ambiente, como a atriz Cassia Kiss e a ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.

Logo após, às 17h30, o Parque receberá a apresentação da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro, com shows de Hamilton de Holanda e Ellen Oléria. Também haverá apresentação do tradicional Samba do Banquinho.

A ideia é colocar o público em contato direto com os parques, vegetação e fazer com que todos possam sentir e se engajar no tema da sustentabilidade.

Nas Trilhas Ecológicas, temas como reflorestamento e preservação da água serão abordados e estimulados no público.

Para as crianças, oficinas de semente, horta, entre outras são ótimas oportunidades de contato com a terra.

Além disso, apresentações de palhaços, contação de história e poesias fazem parte das atividades lúdicas e que cumprem o papel de conscientizar. Destaque para a programação do Jardim Botânico, que conta também com palestras sobre alimentação saudável, ansiedade infantil, entre outros temas.

Corrida Cuidando das Águas

A Corrida Cuidando das Águas acontecerá no dia 3 de setembro, com a participação de cerca de 1.000 pessoas, nas distâncias de 5 e 10 km. O circuito é realizado pela Secretaria do Meio Ambiente do DF em parceria com a Secretaria de Esporte, Turismo e Lazer.

Prova de 5 Km
Largada no estacionamento 10 do Parque da Cidade, sentido horário, com retorno no km 2,5 voltando em direção ao local da largada, com conclusão da prova de 5 km no estacionamento 10.

Prova de 10 km
Largada no estacionamento 10 do Parque da Cidade, sentido horário, com retorno no km 5, retornando em direção ao local da largada, com conclusão da prova de 10 km no estacionamento 10.

Premiação
Pacotes com sementes do Cerrado a todos os participantes que completarem a prova e aos três primeiros colocados de cada categoria (Feminino e Masculino), mudas de espécies arbóreas do Cerrado.

Serviço:
Virada do Cerrado
De 1º a 3/09
Programação: www.tonavirada.org/programação

DENUNCIA DE PRECONCEITO EM LOJA DA BIO MUNDO EM BRASÍLIA

Funcionária trans da Bio Mundo do Gilberto Salomão denuncia assédio moral e discriminação continuada enquanto funcionária da empresa.
Segundo o presidente do Conselho de Direitos Humanos do DF, Michel Platini,  Nicole procurou ajuda na entidade para relatar que após ter sofrido várias agressões físicas e psicológicas por parte de colegas de trabalho, acionou a direção da empresa e teve como resposta, a demissão.
Após o episódio, o Conselho de Direitos Humanos do Distrito Federal no uso de suas atribuições legais convocou o proprietário da rede para prestar esclarecimentos e buscar uma mediação, e mesmo com a convocação, o proprietário da empresa não compareceu a referida reunião.
Além da demissão, a transsexual denuncia comportamento LGBTfobico de dirigente da empresa que tratava a Nicolle como “viadinho”. O Conselho de Direitos Humanos tentou uma composição, o que não foi de interesse da empresa. O CDPDDH dará continuidade na apuração do caso.

EXPOSIÇÃO ‘PELO DIREITO À INFÂNCIA’ TEM HAPPY HOUR COM DJs DA CIDADE

Nesta quarta-feira(12) alguns dos melhores DJs de Brasília se apresentam na ‘Galeria Mundo Vivo’ em ação beneficente para o ‘Coletivo da Cidade’,instituição que atua há 5 anos na cidade Estrutural com crianças e adolescentes que vivem em situação de miséria.

Após o sucesso da exposição “Pelo Direito à Infância”, realizada no Cine Brasília entre 19 de junho e 4 de julho, o Coletivo da Cidade e o Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc), em parceria com o artista plástico Délcio Batalha, prorrogaram a mostra por mais 15 dias em novo local. Desta vez a parceria foi feita com a recém-inaugurada ‘Galeria Mundo Vivo e Gastronomia’, localizada na 413 norte.

A nova etapa da exposição também faz parte do projeto de financiamento coletivo para arrecadar fundos para o Coletivo da Cidade, instituição que atua há mais de cinco anos na Cidade Estrutural. As obras ficarão expostas na Galeria Mundo Vivo e Gastronomia de 12 a 20 de julho e podem ser adquiridas através do site http://www.benfeitoria.com/coletivodacidade.

Programação:

Happy Hour-das 19 às 00h

Mostra da Exposição “Pelo Direito à Infância”
Apresentação do projeto

Discotecagem:
Nankassa – Mundo Vivo
Chicco Aquino – Makossa/Mistura Fina
Mak
Edgar Banks – Megaton Dub
LM – Makossa
Bola – Batidão Sonoro

Sobre o Coletivo da Cidade

O Coletivo da Cidade é uma organização localizada na Cidade Estrutural (DF) que atua no atendimento de crianças e adolescentes no contraturno escolar, oferecendo alternativas artísticas e educativas como meio de transformação social. Atua também como importante espaço de convivência comunitária e capacitação profissional para os moradores da Estrutural, articulando-se em rede com outros grupos e instituições parceiras.

Sobre a Mostra

A mostra faz parte de um esforço para garantir que o Coletivo da Cidade continue promovendo o desenvolvimento integral de 200 crianças e adolescentes de 6 a 17 anos da Cidade Estrutural, abrangendo e articulando as diversas dimensões de suas vidas como indivíduos e cidadãos.
O artista e professor Délcio Batalha, sensibilizado com o trabalho do Coletivo da Cidade e do Inesc, disponibilizou 12 obras de sua autoria para auxiliar na captação de recursos para o projeto. As obras retratam o desafio da infância no cenário de profundas desigualdades sociais com sensibilidade e olhar comprometido com a causa dos direitos humanos de crianças e adolescentes.

Como doar para o Coletivo da Cidade?

Para captar o recurso necessário e dar continuidade as ações do Coletivo da Cidade, está sendo utilizado o sistema de financiamento coletivo (crowndfounding) por meio da plataforma Benfeitoria.
Estão sendo oferecidas metas para a captação de recursos e recompensas para os interessados em doar. A plataforma trabalha com o sistema Tudo ou Nada, ou seja, se as metas não forem atingidas, todo o dinheiro é devolvido aos doadores. Além das obras do artista, as crianças atendidas pelo Coletivo produziram suas próprias releituras, colocando seu olhar sob o contexto das pinturas e sob seu próprio contexto social. Essas releituras também farão parte das recompensas, em forma de cartões postais e pôsteres.

Por fim, duas recompensas também muito especiais: um livro infantil, contado a história do Coletivo da Cidade e do território onde habitam, com concepção do texto e desenho das crianças; e os jogos Nossa Cidade (I e II), sobre direito à cidade, orçamento público e proteção de crianças e adolescentes.
Conforme o projeto for atingindo suas metas, serão disponibilizadas outras recompensas surpresas.
Participe e ajude o Coletivo da Cidade e o Inesc a continuarem desenvolvendo esse projeto tão importante!

Para saber como doar, acesse:

http://www.benfeitoria.com/coletivodacidade

Serviço:
Exposição “Pelo direito à Infância” por Délcio Batalha
Local: Galeria Mundo Vivo – 413 norte
Visitação 12 a 20 de julho. De terça a domingo, das 17h às 00h.
Entrada franca.
Contatos: (61) 98616 4395
Classificação livre.

EMBAIXADA DA DINAMARCA PROMOVE WORKSHOP SOBRE QUALIDADE DE VIDA DE LESADOS MEDULARES

Muito se fala a respeito da questão da mobilidade de quem é cadeirante, mas quase nada se comenta sobre outras necessidades específicas dessas pessoas, que também podem lhes tirar o direito de se sentirem dignas e prontas para retomar a vida de maneira igualitária. Talvez, a mais importante delas seja a necessidade de cuidados especiais com o sistema urológico. Foi para tratar do tema que a Embaixada da Dinamarca promeveu, na última quarta-feira (24), um workshop que reuniu profissionais de saúde, ex-pacientes, personalidades e autoridades interessadas no assunto.
O evento foi aberto pelo embaixador Kim Hojlun Christensen. Segundo ele, apesar de todos os avanços tecnológicos, “é preciso buscar políticas públicas em prol das pessoas com deficiência”. Ele lembrou que o Brasil avançou muito, nos últimos anos, para ampliar os direitos e as liberdades das pessoas com deficiência, mas ainda assim “os desafios para facilitar o dia-a-dia da vida de cadeirantes são permanentes tanto aqui quanto na Dinamarca”.
De acordo com estimativas do Ministério da Saúde, 6 mil novos casos de lesão medular são registrados todos os anos no Brasil, sendo 80% das vítimas homens jovens, que perdem o controle da bexiga por causa do corte na comunicação entre o cérebro e o músculo responsável por armazenar a urina.
Um dos palestrantes do workshop promovido pela Embaixada da Dinamarca, Rafael Hoffmann (33), atleta paralímpico da Seleção Brasileira de Rugby, deu seu depoimento sobre as dificuldades que lesados medulares enfrentam diariamente para urinar. “Quem não vive esse tipo de lesão imagina que um cadeirante simplesmente não anda, mas junto com a lesão vem todo um pacote. O fato de não andar é o que menos incomoda”, destacou.
Rafael é cadeirante há quase dez anos. Segundo o atleta, foi durante uma viagem ao exterior para participar de uma competição de rugby que ele conheceu um procedimento que impactaria para sempre sua qualidade de vida, o chamado cateterismo hidrofílico, capaz de permitir a retirada total da urina acumulada na bexiga de forma prática e com menos riscos à saúde. “Antes fazia ciclos de antibiótico praticamente de três em três meses por causa os cateteres sem lubrificação e isso para um atleta de alta complexidade como eu é complicado porque fico fora dos treinos. Só no final de 2013 conheci o cateter hidrofílico. A gente (os atletas de rugby da Seleção Brasileira) comentava ‘puxa, se já existisse isso no Brasil…. E existia, mas a gente não sabia.  Em Curitiba, o  cateter hidrofílico é fornecido pelo SUS”, continuou  Rafael.
A Coloplast ocupa hoje o 22º lugar na lista da Forbes entre as mais inovadoras do mundo e deve investir mais de R$ 1 bilhão em pesquisa até 2020 para oferecer, cada vez mais, segurança, conforto e dignidade a quem necessita de cuidados especiais na saúde íntima.

SAMBISTA DE BRASILIA SOFRE RACISMO NO BIG BOX

A madrugada dessa quarta-feira, 26, foi marcada por desrespeito contra a sambista brasiliense Fernanda Jacob em supermercado da cidade.  A artista que reside na 413 sul, foi surpreendida por intensas agressões racistas no supermercado Big Box da quadra 412/413, em Brasília. A perseguição dos seguranças, nada discretos dentro do local de compras foi humilhante, segundo Jacob, que tentava simplesmente comprar alguns produtos.
O despreparo dos profissionais na maioria dos espaços que se propõem em abrir na madrugada é nítido.

Abaixo um relato sobre o que a artista passou no estabelecimento.

“Precisei ir ao supermercado de madrugada. Até aí, tudo certo.
Entrei no estacionamento externo e ao abrir a porta do carro um casal se assustou com a minha presença. Observei a moça segurando o braço do marido com toda a força e literalmente correndo de mim. Entrei no supermercado, peguei uma cestinha e fui comprar o que precisava. Notei uma diferença gritante com relação aos seguranças de supermercado durante o dia e na madrugada. O segurança não precisava fingir que estava comprando, eram poucas pessoas e ele simplesmente poderia me observar de perto, de seção em sessão…e ele estava! Me lembrei muito de minhas tias e avó, que diziam que preto não poderia nunca sair de casa sem tá arrumado da cabeça aos pés. Elas tinham a teoria de que preto já é tratado mal “normalmente”, imagina todo desarrumado? Na real, eu fiquei chocada com o que estava acontecendo e queria justificar toda a situação com algo ilusório, mas tendo a noção de que estava sofrendo a porra do racismo. Eu andava pelo supermercado e as poucas pessoas se assustavam e o segurança no pé. Peguei dois produtos e fui para o caixa. Ao passar tudo, optei por levar os dois produtos na mão. Odeio sacola! O outro segurança observando uma mulher negra saindo com dois produtos na mão, já veio com todo o gás querendo verificar os produtos. Balancei a notinha de longe e ele parou pelo caminho com um sorriso amarelo e o sinal de ok.
A simples ação de ir ao supermercado, vira um show de horrores se você é preto. Digo mais, observei mulheres brancas me olhando com cara de nojo e sendo cumprimentadas com “boa noite”, enquanto eu era tratada como um lixo!
Algumas pessoas me falam que acha bonitinho eu ser afirmada, militante, como se tivessem dando biscoito pra cachorro. Só que essas pessoas não sabem que ser uma negra afirmada no Brasil é questão de sobrevivência! É pra não morrer ou ficar louca. ”  Fernanda Jacob

DIA DO AUTISMO TEM PROGRAMAÇÃO ESPECIAL NO PÁTIO BRASIL

Desde 2007, o dia 2 de abril ficou definido pela Organização das Nações Unidas como o Dia Mundial do Autismo. Uma data para ajudar as famílias que convivem com o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e conscientizar aqueles que ainda desconhecem o problema. E o Pátio Brasil apoia essa causa. Por isso, em parceria com o Movimento Orgulho Autista Brasil (MOAB), o fim de semana dos dias 1 e 2 de abril terá uma programação especial sobre o tema, com palestras, talk shows, desabafos, atividades físicas e de lazer para as famílias e, principalmente, para as crianças autistas. Tudo gratuito, na Praça Central.

O TEA é o transtorno do neurodesenvolvimento infantil, caracterizado por dificuldades na interação social, comunicação, comportamentos repetitivos e interesses restritos, podendo apresentar também sensibilidades sensoriais. Esses comportamentos muitas vezes se manifestam pelo interesse intenso e focalizado em um assunto em particular; com movimentos corporais estereotipados (como agitar as mãos) e uma sensibilidade aumentada a sons ou texturas.

O conceito de espectro reflete a ampla gama de desafios e até que ponto que as pessoas com autismo podem ser afetadas. A ocorrência é de que cerca de um em cada 100 pessoas tem um TEA. Sabe-se que é quatro vezes mais comum em meninos do que meninas. A qualidade de vida de muitas crianças e adultos pode ser significativamente melhorada por um diagnóstico precoce e a indicação de tratamento.

 

PROGRAMAÇÃO DIA D+ AMOR
Um fim de semana especial para valorizar crianças e adultos com autismo

SÁBADO, 1 DE ABRIL DE 2017
14h às 18h: Brinquedos infláveis e brinquedoteca para crianças
14h: Desabafo autista com o Movimento Orgulho Autista do Brasil (MOAB)
16h: Circuito de ginástica artística com Heitor de Mendonça, especialista em ginástica para autistas
17h: Circuito de psicomotricidade com Robert Weder Dias, especialista em psicomotricidade para autistas
18h: Sessão de teatro em tela, com a exibição da peça “Chapeuzinho Vermelho”

DOMINGO, 2 DE ABRIL DE 2017
14h às 18h: Brinquedos infláveis e brinquedoteca para crianças
14h: Contação de histórias e divulgação do livro sobre autismo “Sara vai a uma Sinfonia Azul”, de Gisele Gama
15h: Aula de música para autistas, com Ana Carolina Steinkopf, do projeto Uma Sinfonia Diferente
16h: Palestra “Sinais e Sintomas de Alerta do TEA”, com o psiquiatra infantil Thiago Blanco
17h: Palestra “Importância da Alimentação no Desenvolvimento dos Autistas”, com a nutricionista e mãe de autista, Patricia Costa
18h: Talk Show com tema: “As dificuldades e prazeres em ter um filho autista”, com os seguintes convidados:
Tatiana Lima – mãe de autista e vice-presidente do MOAB
Isaura Sarto – mãe de autista e editora do Roteiro Baby Especial
Margareth Halil – mãe de três autistas adultos e diretora do MOAB
Thiago Blanco – psiquiatra infantil e vice-presidente do CRM-DF
Patricia Costa – nutricionista e mãe de autista

Serviço:
Dia do Autismo 
Local: Praça Central do Pátio Brasil-W3 SUL
Entrada: gratuita
Informações: (61) 2107-7400
www.patiobrasil.com.br

3ª CAMINHA DOWN

A Federação Brasileira das Associações de síndrome de Down, o Instituto Ápice Down, a Associação DF Down, a Rede Solidária de Apoio Inclusivo -RESAI e a Associação de Pais, Amigos e Pessoas com Deficiência, de Funcionários do Banco Brasil- APABB vão realizar a 3ª CaminhaDown.

A caminhada acontece no dia 19/03 (domingo), com concentração às 9 horas no estacionamento 10 do Parque da Cidade. A ideia do evento é reafirmar direitos e comemorar as conquistas das pessoas com síndrome de Down.

A festa contará com a participação da Banda Tumbalacatumba, uma brinquedoteca para as crianças, um percurso sensorial e muitas surpresas. ‘Essa é uma comemoração para as pessoas com síndrome de Down, suas famílias e toda sociedade. Esse é o momento de nos unirmos diante das causas das pessoas com deficiência e também da sociedade aprender sobre inclusão e respeito. Todos que participam conosco são voluntários, familiares e apoiadores da causa, esse é um movimento social e das famílias’ afirma Melina Sales, uma das coordenadoras da Caminhada e diretora de comunicação do Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down.

No evento, as entidades envolvidas entregarão um documento às autoridades convidadas no intuito de que conheçam as demandas nas áreas de educação, saúde, trabalho entre outras: “Ano passado tivemos essa mesma atitude e obtivemos bons resultados na área de saúde. A saúde continua sendo uma forte demanda, mas precisamos melhorar o olhar para a educação. A inclusão escolar no DF é muito tímida, temos bons exemplos pontuais, mas ainda há muito a ser feito! Também pedimos apoio do GDF para capacitar jovens e adultos para o mercado de trabalho, outro ponto essencial”, afirma Cléo Bohn, da Rede Solidária de Apoio Inclusivo -RESAI.

A presidente da ONG Ápice Down, Nadja Quadros complementa: ‘Em meio a reformas estruturais propostas pelo novo governo federal, temos que estar alertas para o direito das pessoas com deficiência! Essa Caminhada abre a semana da pessoa com síndrome de Down na qual o dia internacional é 21/03, para uma série de eventos que ocorrerão na cidade. Buscamos a promoção da autonomia das pessoas com síndrome de Down e a solidariedade em rede. Nós somos muitos, somos cidadãos e queremos ser ouvidos’.

Serviço:
3ª CaminhaDown
Dia 19/03 (domingo), às 9h
Local: Estacionamento 10, Parque da Cidade
Atrações: Show da Banda Tumbalacatumba, Brinquedoteca e Percurso sensorial
Informações: 99635-1045/ 98153-9288
www.facebook.com/CaminhaDownDF